segunda-feira, 3 de outubro de 2011

SOU CONTRA O ABORTO...E QUAL O PROBLEMA?


Hoje, peguei um folheto do SINTUSP, Sindicato dos Trabalhadores da USP, onde dizia num brado: BASTA DE MULHERES MORTAS POR ABORTOS CLANDESTINOS!...Vou mais longe com o meu grito: ... E BASTA DE MULHERES MORTAS TAMBÉM EM ABORTOS LEGALIZADOS!!!. Pois é. É isso mesmo, pois de todos os abortos que são praticados, metade das crianças assassinadas são também mulheres. E quem vai clamar por elas? Acho, só para começar, uma falta de educação dessas mulheres que ficam nessa gritaria toda achando que todo mundo tem que ser a favor do aborto, se estão fazendo esse barulho todo é porque tiverem o direito de nascer, direito esse que estão negando à outras mulheres. Numa parte dessa chamada, esse tal boletim diz: "lutemos juntos pelo direito ao aborto legal, seguro e gratuito..." Quanta humanidade! Hoje as pessoas estão morrendo nas portas dos hospitais porque falta leito, imagina o que não será se isso fôsse aprovado. Ninguém desse sindicato perguntou a minha opinião e eu também tenho direitos, pois todo mês minha contribuição vem descontada...para ajudar a propagar essa idéia? Veja só mais adiante: "muitas mulheres são contra o aborto por considerarem um ataque a um ser vivo"... Bem, se vocês acham que não é um ser vivo, seria o que mesmo? Por favor, me explique. Aí colocam, pobres mulheres: abandonadas, estupradas, despedidas...Pobrezinhas...e aí me incluo também, porque sou mulher...Somos sempre vírimas, não é mesmo? Aí o argumento fica mais forte. FATO: Uma petição européia reuniu um milhão de assinaturas, para que todas as meninas e meninos concebidos tenham o direito de nascer (dá para vocês irem lá explicar por qual tipo de "ser vivo" estão lutando?). Tal mobilização foi pedida pelo honorável Carl Casini, presidente da Comissão de Assuntos Constitucionais do parlamento Europeu. Quem é que está assinando esse Boletim? Não vejo nome de nenhuma pessoa. Pode ser umas três. Bem...para um milhão, está bem perto disso. FATO: O Dr. Bernard Nathanson, americano, chegou a ser considerado "o Rei do Aborto". Praticou cinco mil abortamentos numa clínica que realizava 130 operações desse tipo. Ele escreveu: "Ninguém tem mais experiência de abortamento do que eu." Por meio de propagandas nos meios de comunicação, procurava influenciar a opinião pública. Em 1991 ele dirigiu a maior clínica abortista do mundo. Um dia, enfim, questionando sua vida, começou a perceber o mal que fazia contra a humanidade e começou a resgatar o tempo perdido e compensar o mal que cometeu. Escreveu livros. Pesquise sobre a vida dele. pesquise sobre a vida de nossa querida Zilda Arns, médica, totalmente contra o aborto. Leia o livro: Bebês para queimar para saber a sujeira e podridão que grassa nas clínicas de aborto, em países legalizados. FATO: Não me interessa ficar fazendo uma contribuição para um boletinzinho que acha que fala por todas as mulheres da USP. Sou contra o aborto SIM. Qual é o problema?

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